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  • Julia Chun

A convenção 182 sobre as primeiras formas de trabalho infantil está em declínio - OIT

Durante a primeira 1.ª sessão de hoje, 15 de julho, o debate começou lentamente com longas pausas de silêncio. Ainda procuram por definições básicas que envolvem o trabalho infantil. A escrita dos documentos de trabalho está em procedimento, sem concordância certa sobre os assuntos discutidos e sem aprofundamento sobre as formas de resolução das piores formas de trabalho infantil.


O andamento das resoluções ainda não foi iniciado durante às três sessões do primeiro dia, as delegações desperdiçaram suas horas discutindo o conceito de criança ou conceito de trabalho infantil, e terminaram o dia sem definição desses, com ainda pendente a escrita dos documentos de trabalho que trarão uma concordância sobre os assuntos já tratados.


Com o atraso e estagnação sobre a urgente questão das crianças em situação de trabalho, a credibilidade das organizações dos Estados-Membros está em queda e diversas ONGs pressionam-nos por uma rápida e eficaz solução para o problema. Enquanto a população em situação de extrema pobreza dos países afetados grita por ajuda em protestos concomitantemente na Índia e em Marrocos, voltando os olhos da comunidade internacional sobre esses países. Até quando todos precisarão esperar até receberem uma resolução para a precária situação das crianças? Será que os Estados reunidos não têm a competência para um olhar mais sério sobre o problema?


Ao final da primeira sessão de hoje, alguns dos únicos acordos definidos são: primeiramente sobre o trabalho infantil que abrange a realização de atividade remunerada em qualquer área para pessoas de até 12 anos completos, seguido da exploração infantil que implica a realização de esforço físico e mental por parte de pessoas de até 12 anos completos sem remuneração, ou remuneração desumana.


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