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Educação Sexual nas escolas

O início do debate foi marcado pela enorme discussão sobre educação sexual nas escolas, que começou na última sessão de ontem e continua sem ter fim. Estados Unidos enfatizou para lembrarem dos posicionamentos dos países sobre o assunto para que o debate e a construção de um documento de trabalho fosse melhor.

Foi muito abordado sobre o investimento em educação sexual, infelizmente Canadá que poderia ajudar gradativamente no debate já que a educação sexual é incluída no currículo escolar da delegação, não se fez presente nessa seção. Alguns países acreditam que crianças são incapazes de aprenderem sobre o assunto, porém diversos países presentes na casa mostram que essa visão é bastante retrogada e só aumenta o caso de abuso infantil dentro de casa. A maioria dos países que acredita que as crianças não conseguem aprender sobre o assunto, permitem que crianças se casem com homens de 60 anos enquanto elas tem somente 6 até 9 anos.

Brasil cita em seu discurso que país tem natureza religiosa e por isso não aceitaria educação sexual nas escolas, esquecendo totalmente os abusos sexuais e até mesmo a violência contra mulher vinda de pastores e padres. Já que educação sexual nas escolas não estava sendo um caminho viável, delegados sugeriram palestras para crianças, ao invés de aulas, mas eles devem lembrar que as escolas pedem autorização dos pais para irem em palestras e atividades escolares, e a maioria dos abusadores são pessoas da própria casa.

Após a notícia lida dentro do comitê, delegados perceberam que estavam andando em círculos e que tinham pulado o tópico um, que era o mais importante para seguir com os outros. O debate começou a fluir após o discurso sobre assédio serem iniciados e soluções para o tema começarem a surgir de forma bem construída. Uma das soluções para o tema foi o reforço de policiais nas ruas e bairros silenciosos por ser onde mais acontecem assédios, porém em bares que são locais bastante movimentados acontecem assédios diariamente, mesmo com policiamento nos arredores e até mesmo em bairros silenciosos. Policiais mulheres irem juntamente na viatura com policiais homens foram sugeridos para o policiamento, botando total em risco a vida de policiais mulheres ao enviarem elas com homens sem fiscalização e confiança.

Os delegados começam a sugerir formas de como combater o assédio e construir um documento de trabalho. Dentre as ideias para longo prazo, insistem sobre a educação sexual nas escolas mesmo que estejam andando em círculos justamente por causa desse tópico. Apesar da insistência no tópico eles conseguiram prosseguir para pensar em uma criação da delegacia só para mulheres, mas os mesmo lembraram que nem todos os países têm condições de custo para fazer uma delegação para cada bairro, sugerindo também aplicativos e canais de ligação para solucionar o problema. Os mesmo estão finalmente conseguindo em passos lentos prosseguir na solução dessa problemática tão importante internacionalmente.

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