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  • Thayná Senário

“O governo deve ser justo com a própria população, não somente com os refugiados LGBTQIA+”- ACNUR


No segundo dia de debate ocorrido neste sábado (2), os delegados iniciaram o debate discutindo os tópicos pertencentes á agenda.


As delegações da Inglaterra, Egito, Brasil e Venezuela entraram em concordância ao apoiar a criação de um plano de saúde para os refugiados LGBTQIA+, que garanta sessões de terapia para os mesmos. Afinal, muitos dos refugiados perderam parentes e estão fugindo da guerra existente em seu país natal, o que pode gerar traumas para a vítima.


A delegação da Noruega, questionou como os países poderiam acolher os refugiados, sendo que muitas das vezes não há acolhimento nem mesmo para os órfãos nativos do país, a delegação do Brasil sugeriu a criação de casas de apoio temporárias que se instalariam em terrenos e prédios abandonados pelos seus proprietários. Segundo a delegação brasileira “O imóvel está abandonado e sem uso algum, o governo dever tomar esse terreno para fazer bom uso do mesmo”. A noruega entrou em discordância com a fala brasileira afirmando “Não devemos forçar a tomada de imóveis, já que eles possuem dono, o próprio governo deve achar uma forma de solucionar a questão, pois tomar posse de uma propriedade privada é injusto para o proprietário” e completou “. O governo deve ser justo com a própria população, não somente com os refugiados LGBTQIA+, se um item possui dono, é direito dele decidir o que irá efetuar com o mesmo”. Após muito debate definiram que caso o proprietário concorde o imóvel poderá se utilizado temporariamente.


Operação jornalística do Le Monde descobriu a participação de servidores públicos do Reino Unido em uma organização paralela ao estado com ideais homofóbicos e xenofóbicos, por meio deste ocorrido o debate entrou em crise e os senhores delegados iniciaram os esforços para realizarem a resolução.

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