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  • Thayná Senário

“Somos diferentes, e todas as diferenças devem ser respeitadas” – cita delegada do Brasil - ACNUR

No primeiro dia de debate, nesta sexta-feira (1) , os senhores delegados se posicionaram colocando aos demais suas ideias e pontos de vista acerca do tema.

Delegações como a dos Estados Unidos, Noruega e o Brasil entraram em consenso ao declararem total apoio aos refugiados LGBTQIA+, pontuando que deve existir uma maior inclusão para esse público dentro da sociedade.

Já a nação Russa, afirmou que o preconceito contra LGBTQIA+ é algo habitual, e segundo o próprio delegado “Nem mesmo o líder da nação se pronuncia sobre a causa, logo a população aceita a homofobia como sendo algo normal”. O senhor delegado da Noruega, questionou quais seriam as melhores medidas que a nação russa poderia tomar para mudar este cenário, o delegado da Rússia dissertou que a população acredita fortemente que o preconceito é algo natural e disse também que: “só ativistas podem mudar o cenário homofóbico, e sem o apoio governamental”.


A delegação dos Estados Unidos citou uma frase a qual afirmou ser do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro – “Sou homofóbico, e com orgulho” e utilizou da mesma para questionar o posicionamento da nação brasileira acerca de seu líder governamental. A senhora delegada do Brasil afirmou que ao contrário do presidente o “povo" não se orgulhava de tais atos, falas e qualquer tipo de violência contra pessoas simplesmente por serem como são e afirmou que “somos diferentes, e todas as diferenças devem ser respeitadas”


Com o decorrer do debate os senhores delegados muitas das vezes se desviaram do tema e discutiam apenas a questão da homofobia, ao invés de criar uma solução para a causa dos refugiados LGBTQIA+. Para aumentar a fluidez do debate os delegados optaram pela criação de uma agenda, para que dessa forma pudessem se organizar melhor.


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