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  • Julia Chun

Urgente: “1 criança, em situação de trabalho infantil, morre a cada 2 minutos” retrata pesquisa -OIT

São extremas as consequências do trabalho infantil em países de menor infraestrutura, de acordo com relatórios (inter)nacionais.


Empresas sediadas em países de primeiro mundo, como na Europa e América do Norte, mantém filiais em diversos países subdesenvolvidos e emergentes, de uma economia globalizada do final do século XX. Segundo relatório da OMS, foi descoberto que nesses países ocorrem uma morte de criança a cada 1 minuto e 30 segundos, em situação de trabalho infantil, no ambiente fabril de empresas estrangeiras em seus respectivos territórios.


Países subdesenvolvidos e emergentes, conforme o mesmo relatório, são os que mais utilizam o trabalho infantil precoce em benefício da manutenção de suas economias. Ainda conforme o relatório, países como o Iêmen e o Paquistão não tem nenhuma legislação ativa que coíba tais práticas ou garanta direitos aos afetados, como o Brasil que tem a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Assim, características dessas leis são de regulamentar os direitos trabalhistas e proibir o exercício de atividade remunerada por menores de 16, contudo existe um projeto de lei que visa criar um programa para que jovens acima de 14 anos sejam inseridos no mercado de trabalho como aprendizes.


A exposição contínua ao trabalho diário braçal em condições insalubres, pode também, afetar a saúde das crianças. Desde a infância até a mais avançada idade, o desenvolvimento físico, psicológico e cognitivo dessas se mostram parcialmente, ou até totalmente comprometidas. Fadiga, problemas respiratórios, contaminação por elementos tóxicos e radioativos, ou acidentes de trabalhos são os mais comuns relatados por hospitais locais. Além do desenvolvimento de patologias mentais como fobia social, isolamento, perda de afetividade e até depressão.


A pesquisa é retratada pelo Le Monde, e a notícia escrita por jornais em cooperação, The Economist, The Guardian e El País.


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